A revolução silenciosa da Granja Killer, de Cordeirópolis (SP), que comemora 60 anos de fundação

A revolução silenciosa da Granja Killer, de Cordeirópolis (SP), que comemora 60 anos de fundação

A empresa comandada pela Família Killer Aguiar é pequena no porte e gigante na organização, com processos monitorados, indicadores de produção, biosseguridade e muita qualidade.

Ovonews

setembro 10, 2026

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“Descubra como transformamos a avicultura brasileira com responsabilidade e paixão”. É assim que a Família Killer Aguiar convida os visitantes do site da granja a conhecer a revolução silenciosa que vem sendo realizada nos últimos 60 anos na propriedade que começou com um pequeno galinheiro iniciado pelo pioneiro Geraldo Killer.

Hoje, quem chega à Granja Killer, localizada no Bairro do Cascalho, a poucos metros do perímetro urbano da cidade de Cordeirópolis (SP), encontra uma empresa totalmente diferente. Os galpões são automatizados, os ovos percorrem esteiras tecnológicas até a sala de ovos, os processos são monitorados e todas as decisões passam por indicadores de produção, biosseguridade e qualidade.

Tudo isso é resultado de uma semente bem plantada há seis décadas e a continuidade de um projeto conduzido pela terceira geração com uma decisão em família que mudou os rumos da empresa, a partir dos anos 2000.

Hoje, a Granja Killer reescreve o manual da avicultura tradicional ao demonstrar que o tamanho não é limitação para o pioneirismo, a eficiência e a rentabilidade. Sob o gerenciamento de Adriano Killer Aguiar (foto no destaque), representante da terceira geração da família, a propriedade transformou-se em uma granja totalmente automatizada e sustentável, operando com o sistema 100% livre de gaiolas, com ovos cage free e caipira certificados.

A história da empresa, com 60 anos de fundação, é um testemunho de resiliência familiar, intuição administrativa e coragem para romper protocolos de mercado. Ao alinhar o respeito ao bem-estar animal com uma gestão focada em tecnologia de ponta, processos empresariais enxutos e biosseguridade rigorosa, a Granja Killer consolidou-se como uma vitrine tecnológica e uma referência para novos projetos do setor.

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A família em campo: a mãe Inês, no controle financeiro; o pai Jahyr, na área comercial e vendas; os filhos Renato no controle jurídico e ajustes legais, e Adriano na área operacional.

O COMEÇO DAS MUDANÇAS

A grande transição para a atual identidade teve início com o retorno de Adriano Killer Aguiar ao Brasil, em dezembro de 2009, após uma imersão de dois anos em Londres, na Inglaterra. Formado em administração de empresas pela Faculdade de Administração e Artes de Limeira (FAAL), Adriano buscou no exterior o aprendizado da língua inglesa e uma vivência global que expandisse seus horizontes. Em Londres, observou que nas prateleiras dos supermercados predominavam ovos produzidos em sistemas livres de gaiolas. Mais do que um produto inusitado, chamou sua atenção um novo comportamento do consumidor. “Comecei a pensar: por que só existe esse tipo de ovo aqui? O consumidor queria saber como o alimento era produzido. Quando voltei para o Brasil percebi que faltava esse diferencial aqui.”

Aquela percepção mudou sua forma de enxergar o futuro da empresa. A ideia parecia ousada e não foi simples colocá-la em prática na granja tradicional iniciada pelo avô e administrada até ali pelos pais, Jahyr José Guarozini Aguiar e Inês Maria Killer Aguiar. Abandonar aquele modelo gerava dúvidas compreensíveis. A transição do sistema de gaiolas para o modelo 100% de aves livres enfrentou, inicialmente, o temor dos pais de Adriano. O medo do desconhecido e o risco financeiro de desativar uma estrutura de 90 mil aves em produção em gaiolas geravam profundas incertezas. “Meus pais estavam há tantos anos administrando a granja e eu cheguei querendo mudar tudo! Isso, claro, gerava muito receio. Mas eu acreditava muito naquilo que estava vendo lá na frente”, relembra Adriano. E ele foi assertivo: “Pode acreditar que vai dar certo, eu vou fazer dar certo”, garantiu aos pais.

TODOS PELA MUDANÇA

A reorganização interna da nova fase teve a ajuda de todos. A mãe assumiu o controle financeiro rigoroso, enquanto o pai cuidava da área comercial e vendas e o irmão Renato, advogado, administrava a área de controle jurídico e ajuste legais referentes à moderna avicultura brasileira. Adriano assumiu a área operacional.

Para absorver os parâmetros técnicos que não dominava fez uma imersão total no segmento. Passou a frequentar congressos da Associação Paulista de Avicultura (APA) e da FACTA, visitou granjas referências na América do Sul e transformou seus fornecedores em professores. “Eu tinha 27 anos, ficava sozinho num canto dos congressos, com vergonha. Mas eu tinha curiosidade e iniciativa. Questionava os técnicos sobre cada processo e dizia: Me ensina hoje porque amanhã quem vai fazer sou eu”, relembra Adriano.

A estratégia de transição foi gradual e planejada para não estrangular o fluxo de caixa. O ponto de partida foi a eliminação de gargalos logísticos crônicos, como a movimentação diária ineficiente de transporte de insumos da fábrica de ração para os aviários, cada um funcionando em uma propriedade diferente. Isso gerava desgaste de frotas e perda de tempo. Além disso, a granja mantinha um lote experimental de 500 aves caipiras cujo manejo e coleta eram totalmente manuais, gerando altos índices de ovos sujos e quebras.

Adriano iniciou em 2014 a modernização e construção do pinteiro, com a marca da Kilbra, bem como e automação da alimentação das aves pela Artabas. Essa decisão permitiu a formação de lotes com uniformidade média superior a 90% e ganho de peso rigorosamente controlado.

A filosofia de Adriano rompeu com os manuais de manejo convencionais: “Eu busco formar uma franga forte na recria para se tornar uma excelente poedeira na produção. Eu quero a galinha pesada e robusta no momento da transferência porque sei que, ao soltá-la no chão do galpão de postura, ela andará muito, gastará energia e reduzirá o peso até atingir o padrão ideal no pico de produção.”

Entre 2020 e 2022, a granja executou o passo definitivo: desativou por completo os galpões de gaiola, os equipamentos antigos, silos e estruturas californianas e pôs para funcionar uma automação massiva, o que permitiu reduzir a força de trabalho de 18 para 9 colaboradores. Permaneceram três galpões no sistema cage free, um galpão caipira, a sala de ovos e a fábrica de ração. Desde 2022, portanto, a Granja Killer consolidou-se como um sistema livre de gaiolas, produzindo ovos cage free e caipiras certificados, resultado de um projeto iniciado anos antes desse mercado ganhar força no Brasil.

PARCERIA ESTRATÉGICA

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Aviário da Vencomatic: sólida parceria na Granja Killer


O pilar tecnológico que viabilizou a máxima eficiência da Granja Killer assenta-se em uma sólida parceria estratégica iniciada em 2018 com a multinacional holandesa Vencomatic. Foi quando Adriano conheceu as tecnologias de ninhos automatizados e bem-estar animal durante suas visitas à IPPE, a feira internacional de Atlanta, nos Estados Unidos. Foi à feira em 2018 e 2019, em busca de novas tecnologias e tendências de mercado. No Brasil, buscou o suporte da filial brasileira da Vencomatic — a Vencomatic South America — para desenhar um projeto sob medida.

A empresa contribuiu com seu  amplo conhecimento técnico, auxiliando desde a escolha dos ninhos automáticos até o dimensionamento dos slats (pisos vazados que permitem que as fezes das aves caiam pelas frestas para esteiras ou para o chão). A pedido de Adriano, os slats receberam medidas superiores às normalmente utilizadas no mercado, segundo ele, para facilitar a adaptação das aves oriundas da recria. Na época, a decisão foi questionada. Hoje, soluções semelhantes passaram a ser adotadas em outros projetos, conta Adriano.

A LOGÍSTICA DOS OVOS

Cada novo investimento passou a integrar um projeto maior, pensado para conectar recria, produção, fábrica de ração, sala de ovos, logística e comercialização. “Hoje tudo conversa entre si. Desde a chegada do pintinho até a venda do ovo”, explica o empresário. Essa integração permitiu que uma empresa relativamente pequena alcançasse um padrão de eficiência normalmente encontrado em operações muito maiores.

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Vencobelt percorre toda a extensão da granja, tarnsportando ovos com segurança

A logística interna do caminho dos ovos é espetáculo de automação. Os aviários são equipados com ninhos automáticos que se integram à sala de ovos com o Vencobelt. Com 125 metros, o Vencobelt percorre toda a extensão da granja (passando por terrenos com subidas e descidas), transportando os ovos diretamente do local de postura até a área de classificação, com velocidade ajustada ao ritmo da sala de ovos.O sistema garante um transporte contínuo, seguro e padronizado, aumentando a eficiência operacional. Trata-se de uma rede integrada com esteiras automáticas Vencomatic que interligam diretamente a saída dos ninhos de todos os galpões de produção até a classificação final. 

O resultado impressiona. Os ovos produzidos no galpão mais distante chegam à sala de classificação cerca de 40 minutos após a postura. Ali passam por classificação, embalagem e expedição, permitindo que muitos consumidores recebam o ovo com a marca Killer produzido apenas um ou dois dias antes.

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Na sala de ovos, a tecnologia da Yamasa garante uma classificação íntegra



“Nós falamos que é o ovo fresco, é o ovo do dia, é o ovo da hora”, orgulha-se. Além de reduzir mão de obra, o sistema Vencobelt, da Vencomatic, diminui manipulações, reduz riscos de contaminação e preserva a integridade da casca durante todo o percurso. Segundo Adriano, a parceria com a empresa foi decisiva na concepção dos aviários e do sistema de logística dos ovos.

Na sala de ovos, enfim, a tecnologia da Yamasa assume o protagonismo na classificação, pesagem e ovoscopia eletrônica. O processo de codificação e impressão dos rótulos e embalagens, que já foi manual, é integralmente realizado por impressoras industriais a laser.  Tudo rápido e eficiente.

MANEJO, AVES E SANIDADE

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Aves Hy-Line Brown: robustez e excelente viabilidade


A excelência zootécnica da Granja Killer reflete-se em seus índices produtivos, que superam os padrões de referência das principais linhagens comerciais. Atualmente, o plantel de 42 mil aves em produção é composto por um mix estratégico: a Hy-Line Brown (responsável pelo sistema caipira e reconhecida por sua robustez e excelente viabilidade); a Isa Brown (introduzida recentemente com bons resultados de viabilidade e um índice superior a 90% de ovos classificados como Extra a partir das 40 semanas de idade); e a Novogen Tinted (linhagem de plumagem branca, ideal para sistemas de criação caipira).

A introdução da Novogen Tinted, que produz ovos de coloração creme, representou um grande desafio de marketing para a pequena e eficiente Granja Killer. No início, a presença de ovos de casca clara nas bandejas gerou rejeição e devoluções por parte dos consumidores, que os confundiam com ovos brancos de granjas de gaiola tradicionais. Adriano utilizou o poder das redes sociais, gravando vídeos diários para educar o público sobre o sistema de produção e os comportamentos naturais da ave. A estratégia converteu o problema em um diferencial de mercado premium: hoje, a mescla de ovos marrons claros e cremes em uma mesma bandeja evoca no consumidor a memória afetiva dos ovos colhidos no sítio pelos avós, gerando uma demanda superior à capacidade produtiva da granja.

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Aves Novogen Tinted: ovos de coloração creme

No aspecto sanitário, a biosseguridade é tratada com muito rigor. O manejo segue o conceito de “tudo dentro, tudo fora” (all-in, all-out). A cada saída de lote, os galpões enfrentam um vazio sanitário rigoroso. O pinteiro e a área de recria operam apenas duas vezes ao ano, permanecendo também em vazio sanitário absoluto, como preconizado pelas boas práticas sanitárias com aves comerciais.

Todos os galpões possuem controle de ambiência com ventiladores, nebulizadores e sistemas de aspersão automáticos, além da aplicação diária de desinfetantes adequados sobre as aves. As aves recebem vacinação completa e debicagem desde o incubatório. Na granja, realizam-se duas doses de reforço para Salmonella e repetições preventivas contra a bronquite infecciosa a cada 45 dias.

A propriedade adota uma política de restrição a visitas externas para mitigar os riscos de influenza aviária e as medicações alopáticas foram totalmente eliminadas. O controle fitoterápico é feito de forma preventiva. O resultado reflete-se em uma estabilidade produtiva incomum para sistemas de piso, operando com taxas de postura estáveis na casa dos 94%.

SILOS E OPERAÇÃO REDUZIDA

SILOS
Área da fábrica de ração: o mesmo rigor operando o alimento das aves



A eficiência na Granja Killer estende-se à fábrica de ração, redimensionada este ano para otimizar os custos com o milho e o farelo de soja. A granja investiu na reforma estrutural de um silo graneleiro com capacidade para 15 mil sacas de milho, operando com chapas robustas de alta durabilidade. O armazenamento permite à empresa estocar milho na época da safrinha em alta, garantindo autonomia de fabricação por até oito meses, sem exposição às oscilações mensais do mercado de grãos.

Com as melhorias mecânicas e de roscas transportadoras projetadas por Adriano, o tempo de operação reduziu-se drasticamente: um único colaborador opera a fábrica apenas nas segundas e terças-feiras, produzindo toda a ração da semana para os lotes e dedicando os demais dias à manutenção preventiva e organização.

O mais impressionante indicador da saúde administrativa da Granja Killer reside em sua independência financeira, sem recorrer a financiamentos ou linhas de crédito. A empresa exibe uma contabilidade com endividamento zero. Todos os investimentos em automação, galpões, frotas de veículos e benfeitorias foram realizados com recursos próprios, negociados diretamente com os fornecedores. “É uma filosofia que herdei da cultura de controle da minha mãe. Nós não trabalhamos com o dinheiro dos outros. Se o mercado virar e uma crise severa chegar, nossa saúde financeira garante que podemos honrar nossos compromissos com cada colaborador e parceiro sem dever um único centavo a bancos”, enfatiza Adriano, que recentemente abriu serviços de consultoria na área avícola, criando a empresa AKiller. É a experiência e o conhecimento adquiridos atendendo ao segmento de ovos.

FIDELIZAÇÃO DE MERCADO

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Produção para distribuidores exclusivos e fieis


A estratégia comercial acompanha o posicionamento produtivo. Em vez de disputar espaço nas grandes redes varejistas por preço, a Granja Killer optou por atender distribuidores especializados.

Operando sob a certificação de bem-estar animal da Associação Brasileira da Avicultura Alternativa (AVAL) há quatro anos, a Granja Killer adotou um modelo de comercialização focado no atendimento direto e na fidelização. As vendas são integralmente concentradas no território paulista, atendendo a capital São Paulo, Grande Campinas e região, Piracicaba, Rio Claro, Araras e a região de Cordeirópolis.

Na capital paulista, a granja direcionou sua produção para distribuidores exclusivos, que abastecem hotéis de alta gastronomia, redes de padarias artesanais, restaurantes e boxes gourmet no Mercado Municipal de São Paulo, além de empórios e pequenas mercearias de bairro. Adriano conta que um chef que atua na região da granja só utiliza ovos da Granja Killer para fazer suas massas. “Ele sentiu a diferença ao utilizar nossos ovos, obtendo uma massa especial e com maior rendimento. Agora, não abre mão do nosso produto”,  explica Adriano. 

A alta qualidade do albúmen espesso, a coloração intensa da gema e a resistência da casca geram um marketing espontâneo baseado no “boca a boca” que absorve 100% da produção atual, impedindo a abertura de novas contas de grande volume. Outro canal expressivo é a venda direta ao consumidor final na loja física do entreposto da própria granja, localizada a apenas 600 metros do perímetro urbano da cidade (veja matéria na página 12).

A médio e longo prazos, os horizontes da Granja Killer reservam planos ambiciosos de reestruturação vertical. O produtor estuda junto à equipe de engenharia da Vencomatic South America a implantação futura de sistemas verticais para aves livres de gaiola, como os modelos Jump Start ou Bolegg Gallery, comuns no mercado europeu.

A adoção dessa tecnologia permitiria triplicar a capacidade de alojamento no mesmo espaço físico atual, elevando a densidade para galpões automáticos verticais. Contudo, o administrador mantém os pés firmados no pragmatismo econômico e atento à escassez de mão de obra técnica na região. “É um projeto estrutural complexo, que exigiria parar a produção de um galpão por seis meses e redimensionar totalmente o pinteiro, a recria e a sala de ovos. Faremos tudo no momento exato, sem pressa e mantendo nossa premissa essencial de manter a empresa saudável e sem dívidas”, pondera Adriano.

Ele fala do futuro com o entusiasmo de quem ainda está começando, mas conta com a experiência e lastro de 60 anos de história. “Cheguei aonde queria chegar, mas acho que consigo melhorar muito mais. Estou sempre em busca de conhecimento para melhorar nossos processos, atender nossos colaboradores e nossas galinhas. Se nossas galinhas produzirem felizes, eu vou ser feliz também.”

Em um setor acostumado a medir sucesso pelo tamanho do plantel, a Granja Killer mostra que existe outro caminho possível: transformar conhecimento em método, método em qualidade e qualidade em valor para o consumidor. Produzindo ovos de uma forma arrojada e possível, a empresa construiu uma cultura de inovação permanente, uma tradição que continua sendo seu maior legado.

Há 60 anos, o pioneiro Geraldo Killer folheava revistas de avicultura no intervalo do trabalho na fábrica de reciclados porque acreditava que sempre havia algo novo para aprender. Hoje, a segunda e a terceira geração continuam o legado, pesquisando e experimentando. Só mudou o lugar aonde se procuram as respostas. Na Granja Killer, a tradição sempre esteve na coragem de fazer a próxima pergunta.

Veja como começou a Granja Killer há 60 anos e sua trajetória ao longo de seis décadas na matéria Granja Killer, de Cordeirópolis (SP): uma história construída em família por três gerações.

Visite o site da Granja Killer e conheça mais sobre a evolução planejada da granja de de Cordeirópolis (SP):

www.granjakiller.com.br/

(A Hora do Ovo, com fotos de Elenita Monteiro e Alan Carvalho. Matéria especial de capa publicada na edição 142 da revista impressa, também disponível em formato web neste site)

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