Zimbábue abre seu mercado para a genética avícola do Brasil
O país africano aceitou a proposta de Certificado Sanitário Internacional proposto pelo Brasil e é o mais novo mercado aberto para o setor de genética brasileiro.
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| Genética brasileira no continente africnao |
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, informou neste dia 7 de fevereiro, que o Zimbábue abriu o mercado ao setor de genética brasileiro. Segundo informa a ABPA, a Associação Brasileira de Proteína Animal, o país africano agora passará a importar material genético e pintinhos de um dia provenientes das casas genéticas instaladas no Brasil. O Zimbábue já importa carne de frango brasileira.
Recentemente, países da região austral da África – entre eles, o Zimbábue – registraram surtos de Influenza Aviária, causando impactos na produção local. “Com os problemas sanitários registrados, o setor da região passou a demandar material genético de alta qualidade. Por nunca ter registrado Influenza Aviária em seu território, o Brasil se consolidou como referência internacional no fornecimento e backup deste segmento, e passará a fornecer genética à cadeia produtiva zimbabuense. A abertura deste mercado a um segmento de alto valor agregado explicita o reconhecimento internacional do status sanitário brasileiro", destaca Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.
